Pioneira na América latina desde 1980 ,  responsável pela introdução da prestação de serviço e desenvolvimento da tecnologia da Radiação Gama no Brasil Tecnologia segura, usada  há mais de 40 anos na esterilização de materiais da área medica , farmacêutica , alimentos e etc...  Método eficaz na redução da carga microbiana e na desinfestação de insetos (larvas, pupas, ninfas e adultos)   - Esterilização rápida, segura, sem resíduos e sem manuseio do produto em quaisquer volumes  Esterilização de matéria primas , produtos e embalagens de modo seguro e rápido. Ideal para produtos com utilização em salas limpas
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A irradiação de alimentos é tema de pesquisa intensiva desde a década de 1960.

Tecnicamente, o interesse de irradiar alimentos está em:

Aplicações com doses baixas ( < 1kGy)
- Inibição de brotamento de batatas, cebola, alho, batata doce, proporcionando estocagem de longo prazo, sem uso de inibidores químicos de brotamento.
- Morte ou esterilização sexual de insetos, assim prevenindo perdas causadas em grãos de cerais e estocados, farinhas, frutas secas, nozes e leguminosas, sem o uso de fumigantes químicos.
- Prevenção da disseminação de pestes de insetos, no comércio de alimentos.
- Uso como tratamento de quarentena, ao invés de fumigantes químicos.


Aplicações com dose média (1kGy - 10kGy)
- Redução das populações de bactérias, fungos presentes na superfície ou no interior de alimentos, aumentando assim, a qualidade da conservação e prevenindo intoxicações alimentares devidas a Salmonella sp., Shigella sp., Campylobacter sp., Yersinia sp. e outros patógenos.


Aplicações com dose alta (10kGy - 45kGy)
- Destruição de populações de microrganismos, que promovem estrago de alimentos
- Destruição de patógenos, incluindo formadores de esporos, tais como Clostridium botulinum.


Os termos para o procedimento de tratar de alimentos com radiação são:

· RADURIZAÇÃO: extensão da vida útil do alimento, devida à redução de contagem microbiana.
· RADICIDAÇÃO: eliminação de patógenos microbianos.
· RADAPERTIZAÇÃO: esterilização.

No correr dos últimos 40 anos, numerosos países decidiram autorizar a irradiação de muitos alimentos.

Estudos dos possiveis problemas dos efeitos da radiação gama comprovaram que não há efeitos negativos dessa ordem, na irradiação de alimentos.

a. Toxicológicos
b. Nutricionais (sobre o valor nutritivo)
c. Microbiológicos


A irradiação de alimentos tem sido feita principalmente em especiarias, condimentos e vegetais desidratados em doses em geral de até 10kGy; existem autorizações para até 30kGy.

Como em outros materiais, que não alimentos, a radiação gama atua melhor em produtos secos, que em líquidos. Estes últimos sofrem maiores problemas de radiólise.

Do ponto de vista nutricional, as perdas de glícidos e proteínas são menores. Já as gorduras, quando em quantidades maiores nos alimentos, rancificam por oxidação. O processo ocorre mais intensamente na presença de oxigênio proveniente do ar ambiente. As irradiações feitas sob atmosfera de nitrogênio resultam em melhores propriedades organolépticas para os alimentos.

As organizações internacionais IAEA (Agência Internacional de Energia Atômica), OMS (Organização Mundial de Saúde), FAO (Food and Agricultural Organization), posicionaram-se favoravelmente sobre a salubridade de alimentos irradiados, já a partir de 1980.

O Codex Alimentarius (organismo composto pela OMS e pela FAO, ambos da ONU (Organização das Nações Unidas) vem estudando o assunto de irradiação de alimentos, estando atualmente em fase IV da aprovação de irradiação de alimentos em geral, tendendo a sua aprovação geral, sem estabelecimento de grupos de alimentos e de doses permitidas.

O FDA norte-americano vem aprovando alimentos para serem irradiados, desde 1963.

Frangos são irradiados em grande escala para eliminar Salmonella; a carne vermelha é irradiada, com autorização desde 1999, como solução para os casos de síndrome hemolítico-urêmico, causados por Escherichia coli O157 H7. Essa doença, grave, causou um número apreciável de mortes por ingestão de sanduíches de hamburgers.

O Parlamento Europeu da Comunidade Européia aprovou em fevereiro de 1999 a irradiação de especiarias e vegetais desidratados com até 10kGy.
Vários organismos internacionais posicionaram-se favoravelmente à irradiação de alimentos.


ORGANIZATIONS THAT SUPPORT FOOD IRRADIATION

American Council on Science and Health
American Dietetic Association
American Farm Bureau Federation
American Feed Industry Association
American Meat Institute
American Medical Association
American Veterinary Medical Association
Animal Health Institute
Apple Processors Association
Chocolate Manufacturers Association
Council for Agricultural Science and Technology
Florida Fruit and Vegetable Association
Food and Drug Administration
Food Distributors International
Food and Agriculture Organization (FAO)
Grocery Manufacturers of America
Health Physics Society
Institute of Food Technologists
International Atomic Energy Agency
International Food Information Council (IFIC)
The Mayo Clinic
Millers' National Federation
National Confectioners' Association
National Cattlemen's Beef Association
National Food Processors Association
National Fisheries Institute
National Meat Association
National Food Processors Association
National Turkey Federation
National Pork Producers Council
Northwest Horticulture Association
New England Journal of Medicine (reported in the)Scientific Committee of the European Union
Produce Marketing Association
Scientific Committee of the European Union
United Egg Association
UK Institute of Food Science & Technology
United Fresh Fruit & Vegetable Association
United Egg Producers
United Nation Food and Agricultural Organization (FAO)
U.S. Department of Agriculture
Western Growers Association
World Health Organization (WHO



EMBRARAD faz parte dos grupos abaixo para o desenvolvimento da irradiação de alimentos no Brasil.

v Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP - Divisão de Alimentos.
v Comitê conjunto com Ministério da Saúde Agência nacional de Vigilância Sanitária para Normatização da Lei de Irradiação de Alimentos.



O ICGFI (International Consultive Group of Food Irradiation), patrocinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS); Food and Agricultural Organization (FAO) e a Agência International de Energia Atômica (IAEA) vem estudando a irradiação de alimentos e fornecendo subsídios tecnológicos e científicos para a aprovação internacional de irradiação de alimentos.

Outrossim, o Brometo de Metila, muito usado na fumigação de alimentos e importante depletor da camada de ozônio, está sendo banido do uso mundial. Até 2010 está sendo esperado o seu afastamento total de uso, no mundo todo.


A Portaria Interministerial 482, de 16.04.99, em seu Artigo 7. fez: "Proibir o uso das Unidades de Esterilização por Óxido de Etileno para esterilização, reesterilização, reprocessamento ou outros processos de redução de carga microbiana de produtos que não sejam materiais e artigos médico hospitalares." Ministério da Saúde e Ministério do Trabalho e Emprego.


Fale conosco para saber mais sobre o processo de irradiação de alimentos.

 


EMBRARAD- Empresa Brasileira de Radiações

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